A busca dos ancestrais de Adão

Biólogos evolucionistas estão convencidos de que os humanos descendentes de criaturas semelhantes a macacos. A despeito de número de disputas sobre teorias de linhagens macaco-humanas, os paleoantropólogos são unânimes. A resposta cristã a estas asserções tem variado. Algumas organizações cristãs concordam com a comunidade científica sobre a origem do homem, mas mantêm que em algum momento do passado seres humanos adquiriram uma alma imortal, discernimento moral, e/ou a habilidade de raciocinar. Outros, incluindo os adventistas do sétimo dia, aceitam o relato de Gênesis como a expressão de evento histórico.

De onde veio Adão? Foi ele formado do pó da terra por um Criador inteligente, ou ele descendeu de um ser semelhante ao macaco? Sabemos o que a Bíblia diz. Concorda com isto o “livro da Natureza”?

Determinando o que é humano

Embora alguns donos de animais de estimação possam argumentar, traços tais como senso estético e moral, livre arbítrio e uma linguagem complexa distinguem os humanos dos animais.1 Fósseis semelhantes a humanos não podem fornecer este tipo de informação. Como os cientistas não podem falar com os organismos que se pretende sejam nossos ancestrais para averiguar quão humanos eles eram, pesquisadores dependem de características estruturais dos ossos dos fósseis e de informação genética de macacos e humanos modernos.

Os humanos de hoje se distinguem por diversas características do crânio. Três características podem ser facilmente reconhecidas: (1) Na frente da maxila inferior, os humanos modernos têm uma parte maxilar que se salienta para formar o queixo. (2) O ângulo da face é muito obtuso porque os humanos não têm focinho e têm uma testa não batida para trás. (3) A porção superior do crânio nos humanos de hoje é mais larga do que a base do crânio. Determinar se um fóssil é um humano moderno não parece ser muito difícil.

Os homínidas

Homínida é o nome dado aos primatas bípedes, incluindo todas as espécies no gênero Australopithecus e Homo. Os australopitecinos incluem o gênero Australopithecus e, para alguns pesquisadores, o Paranthropus. Os homínidos têm que ver com os membros do gênero Homo.

Os australopitecinos são divididos em dois grupos, conforme seu tipo corporal: (1) As formas parecidas com o macaco, porém mais delicadas, de ossos menores, mais frágeis incluem A. ramidus (o achado mais recente de um australopitecino, atualmente proposto como o fóssil mais próximo do “elo perdido” ou ancestral comum aos macacos e aos humanos); A. afarensis (um conjunto de fósseis foi achado; um esqueleto 40% completo é conhecido popularmente como “Lucy”); e A. africanus (a “Criança Taung”, assim chamada pela localidade onde foi encontrada). (2) As formas robustas semelhantes ao macaco incluem A. aethiopicus (um esqueleto com alguns traços distintos achados no A. afarensis, conhecido como “Crânio Negro”), A. robustus e A. boisei. Alguns pesquisadores colocam todas as formas robustas no gênero Paranthropus.2

O gênero Homo, ao qual os humanos pertencem, inclui as espécies seguintes: H. habilis (material fragmentário de uma espécie pequena encontrado junto a alguns artefatos de pedra, conhecido como “Homem Hábil”); H. rudolfensis (crânio grácil e ossos notavelmente maiores do que H. habilis, embora anteriormente classificado naquela espécie); H. erectus (mais de 200 fósseis, incluindo o Homem de Java e o Homem de Pekim); H. ergaster (crânio e ossos atribuídos anteriormente aos erectinos e agora reconhecidos pela mandíbula inferior e a estrutura dos dentes como uma espécie distinta, conhecida como “Menino Turkana”); H. heidelbergensis (“Homem da Rodésia”, um H. sapiens arcaico previamente identificado como um erectino, por vezes classificado como H. sapiens heidelbergensis, uma sub-espécie de H. sapiens; a espécie tem capacidade craniana maior do que os erectinos); H. neanderthalensis (uma espécie robusta comumente representada como “Homem da Caverna”, cujos fósseis freqüentemente dão evidência de trauma, por vezes classificado como H. sapiens neanderthalensis); e finalmente, Homo sapiens ou Homo sapiens sapiens (humanos modernos).3

Métodos de pesquisa

Na busca das origens do homem, três grupos de cientistas — paleoantropólogos, filogeneticistas evolucionistas e antropólogos moleculares — abordam o problema de três perspectivas diferentes. Paleoantropólogos enfocam características físicas dos esqueletos homínidas e o uso de artefatos. Filogeneticistas evolucionistas descrevem as semelhanças dos organismos e como são relacionados. Antropólogos moleculares acentuam as semelhanças de proteínas e DNA dos homínidas.

Caracteristicas físicas dos homínidas. Paleoantropólogos são cientistas que se especializam em origens humanas. Comparando esqueletos e traços morfológicos nos homínidas, eles crêem ter achado diversos traços homínidos e pitecinos nestes fósseis. Uma das espécies mais importantes dos australopitecinos, Australopithecus afarensis, exibe estas características.

Australopithecus afarensis, um homínida conhecido popularmente como “Lucy”, tem uma junta ilíaca, que não é nem bem pitecina nem bem humana. Embora pareça claro que os australopitecinos não andavam sobre o jarrete como os macacos de hoje, as juntas ilíacas eram bastante viradas para frente de modo a não se confundir com as juntas ilíacas humanas. (Um dos critérios que têm sido usados para identificar o gênero Homo é uma postura plenamente ereta ao andar.) Outra estrutura que os paleoantropólogos salientam como evidência de um elo australopitecino entre macacos e humanos é a curvatura dos ossos dos dedos e dos artelhos. Os dedos dos australopitecinos não são tão retos como os dedos humanos, mas as articulações não são tão simples como as do chipanzé.4 Algumas destas características meio símias, meio humanas nos membros dos australopitecinos têm sido identificadas. Além disto, a diminuição do tamanho dos dentes da frente da boca para trás é um traço semelhante ao arranjo dos dentes nos homínidos.5

Características meio humanas, meio pitecinas têm sido descobertas também no gênero Homo. Homo habilis, ou “Homem hábil”, é incluído no gênero Homo primariamente porque o fóssil foi achado junto de “artefatos”. Além disto, H. habilis tem uma mandíbula muito parecida com a humana; não obstante, o esqueleto parecese com um australopitecino. Os espécimes atribuídos ao Homo rudolfensis são incluídos no gênero Homo porque a estrutura do esqueleto parece-se com a dos humanos; mas a face e os dentes parecemse com australopitecinos robustos.6

Os paleoantropólogos dividem os erectinos em duas espécies, conforme suas mandíbulas e seus dentes, localização na África e menor capacidade craniana do H. ergaster comparada com os erectinos da Ásia.7

Vários diagramas têm sido construídos para demonstrar a linhagem ancestral dos homínidas. Os diagramas diferem porque os paleoantropólogos não concordam quanto às características específicas que devem ser usadas para identificar relações ancestrais, o tempo quando se separaram e o local de novos achados.8

Relações entre homínidas. Filogeneticistas usam métodos cladísticos (cladogramas) para descrever relações entre organismos. Cladogramas são diagramas que arranjam os organismos em grupos que possuem características comuns, descrevendo os organismos em termos de relações fraternais em vez de ancestrais, de uma forma hierárquica. Ao criar cladogramas, os filogeneticistas assumem três primícias: (1) As características que formam a base de dados podem ser arranjadas numa estrutura hierárquica; (2) os dados ou as características selecionados representam corretamente os organismos; e (3) houve bem pouca ou nenhuma perda de características.9 Um cladograma que descreve as relações possíveis entre os homínidas aparece na Figura 1.10

Algumas características usadas para criar o cladograma aparecem nas espécies numa ordem diferente da maioria das características que definem o cladograma. Os filogeneticistas escolhem o cladograma com o menor número de características fora de ordem para criar diagramas mais bem ajustados; conseqüentemente, há uma certa discordância sobre quais características melhor descrevem os organismos e como devem ser arranjadas na hierarquia.

Depois de usar o método cladístico para identificar relações hierárquicas, numerosos pesquisadores incorporam esta informação em hipóteses e desenvolvem esquemas filogenéticos que traçam as relações ancestrais para os homínidas. Até 1993, pelo menos seis esquemas filogenéticos principais tinham sido propostos para os homínidas. Desde a descoberta de A. ramidus, um sétimo esquema foi proposto. Muito da transferência de espécies nestes diagramas representa disputas sobre a validade de atribuir à evolução humana os vários traços achados nos crânios e dentes dos espécimes.

As relações moleculares dos homínidas. Alguns antropólogos têm estudado as semelhanças moleculares entre macacos modernos e humanos para criar hipóteses sobre as linhagens dos homínidas. Alguns destes pesquisadores assumem que mutações e trocas ocorrem em ritmo constante na DNA. Estudos numerosos abrangendo mais de 30 anos, têm procurado determinar quando as várias espécies vivas divergiram de espécies afins, baseados na pressuposição de ritmos relativamente constantes de mudança da DNA, um “relógio molecular”.11

Interpretações baseadas no “relógio molecular” dão a entender que a origem humana ocorreu há milhões de anos e assumem que há um elo entre macacos e humanos. O tempo proposto para a divergência macaco-homem varia de 5 a 7 milhões de anos. Contudo, os ritmos de mutação assumidos para calcular estas datas foram disputados há mais de 30 anos por Morris Goodman e mais recentemente por Wen-Hsiung Li.12 Os argumentos levantados permitem questionar a validade do método.

Outros limitaram o campo de pesquisa e compararam a DNA do mitocôndrio entre as raças humanas, sugerindo que a linha humana pode ser traçada a uma única população africana.

A “linhagem” homínida

Australopitecinos. No grupo australopitecino, A. ramidus (o achado mais recente) e A. afarensis (Lucy) são ambos considerados ancestrais (Figura 2), ao passo que A. africanus (A Criança Taung), classificado mesmo em 1993 como ancestral (Figura 3), continua a ser contestado como parte da linha direta.13

Homínidos (ver Figura 2). No gênero Homo, H. habilis (Homem Hábil) continua problemático, mas é classificado fora da linha humana por Wood e dentro da linha humana por McHenry.14 A forma grácil de H. rudolfensis substituia outrora H. habilis na linhagem humana, mas é agora também excluída por vários estudiosos. H. erectus (Homem de Pekim, Homem de Java) devia no presente ser designado como “fora de linha” segundo Tattersall (ver Figura 3)15 devido ao fato que uma porção da estrutura craniana é demasiado robusta.16 Alguns pesquisadores designam H. ergaster como um dos “elos” preferidos, embora outros ainda considerem H. ergaster como uma espécie separada e continuam a incluir estes espécimes com os erectinos e na linha ancestral. Finalmente, H. heidelbergensis é considerado como um ancestral tanto dos humanos modernos como dos neandertalenses.17

Hipóteses evolucionistas falsificadas

A Figura 2 ilustra algumas das conclusões dos paleoantropólogos quanto à relação ancestral-descendente para os homínidas. O ancestral comum para homínidas e macacos ainda falta. A. ramidus, A. afarensis, erectinos e H. heilderbergensis são todos claramente designados como “elos” na linhagem.

Usando métodos científicos normativos, os pesquisadores testam suas hipóteses, e rejeitam as idéias que se demonstram falsas. Nos estudos da evolução humana, os pesquisadores nem sempre aderem a métodos científicos normativos. Por exemplo, A. afarensis tem traços únicos que efetivamente impedem que seja incluído entre nossos ancestrais. Um estudo cladístico identifica 69 traços que se expressam de modo diferente entre as espécies na “linhagem humana”. Destes, apenas 45 apóiam a hipótese evolucionista preferida.18

Os 24 caracteres restantes contradizem a hipótese evolucionista preferida. A hipótese preferida foi escolhida pelos pesquisadores como representando a linha provável da “evolução humana” por ter sido demonstrada falsa o menor número de vezes. Como resultado, e a seu crédito, outros pesquisadores têm posto em dúvida a validade de A. afarensis como um ancestral humano.19 A inversão na robustez que ocorre com a inclusão de H. erectus na “linhagem” é outro fator que é inconsistente com a hipótese evolucionista atual quanto aos homínidas.

Conclusão

Que nos diz o “livro da Natureza”? Todas as hipóteses evolucionistas dos homínidas têm sido demonstradas falsas. Para sermos justos, isto não elimina a teoria evolucionista (novos espécimes podem ser descobertos para resolver os conflitos); portanto, não é apropriado anunciar ao mundo que “A evolução foi refutada” na base da incongruência das hipóteses atuais.

Se todas as hipóteses evolucionistas dos homínidas foram demonstradas falsas, como é que se interpreta o material fóssil? Comentários de Wood ilustram o que pode ser percebido como uma mistura de características: “Ao passo que H. habilis sensu stricto [no sentido estrito] é homínido com respeito à boca e mandíbulas, ele retém um esqueleto póscraniano [corpo] essencialmente australopitecino. Homo rudolfensis, por outro lado, aparentemente combina um esqueleto pós-craniano [corpo] com a face e dentição que são análogas às dos australopitecinos ‘robustos’, especialmente P. boisei.” Muitas características que ocorrem juntas nos australopitecinos e nos homínidos representam um mosaico de traços. Alguns cristãos interpretam estes organismos como tendo resultado da degeneração da forma humana devida à entrada do pecado. Uma outra interpretação restringe o termo humano a humanos anatomicamente modernos e atribuem o resto dos fósseis a espécies criadas não humanas. Uma interpretação mais ampla do termo humano aceitaria ao menos alguns dos fósseis como outras subespécies criadas de humanos. O que quer que estas criaturas fossem, é óbvio que há problemas com quase toda interpretação destes fósseis. Em vista dos dados disponíveis, prudência é recomendada. Com efeito, seria prematuro tirar quaisquer conclusões definitivas quanto à origem destes organismos e sua relação com o relato de Gênesis.20

Evolução e salvação

Quem foi a primeira pessoa a quem Deus prometeu a salvação?

Para a maior parte de cristãos que crêem na Bíblia, a resposta é bem simples. Mas se você é um cristão que crê na evolução, você se encontra num dilema. Os evolucionistas dizem que as espécies evoluíram através das épocas e que mudanças progressivas finalmente produziram o homem moderno. Se a evolução realmente ocorreu e seres humanos evoluíram de formas inferiores, houve um momento na transição entre homínidas e humanos modernos em que Deus começou a considerá-los responsáveis por suas ações? Será que Deus salvou humanos primitivos há meio milhão de anos, mas não antropóides há um milhão de anos? Exatamente em que momento eles se tornaram pessoas e deixaram de ser animais?

Lembrem, Deus salva indivíduos, não grupos. Se você fosse Deus, você teria de decidir quando começar a salvar indivíduos, e não seus pais e mães.

Se você é um evolucionista teísta, você coloca Deus na posição de tomar uma decisão arbitrária quanto a indivíduos. Cristo nos disse que quem quer que nEle crê pode ser salvo (João 3:16). Isto implica decisão pessoal. Além disto, nosso Deus é um Deus razoável (Isaías 1:18). Ele não pode ser arbitrário ao definir quando no processo evolucionário um ser pode ser salvo.

Então há a questão de como, quando e por que o plano de salvação foi introduzido a estas criaturas em desenvolvimento. É a história de Adão e Eva, como aparece em Gênesis, uma grande mentira? Como pode esta perspectiva bíblica ser compatível com a evolução?

Não foi uma questão de desenvolvimento que decidiu quando as pessoas eram aptas para serem salvas. Havia um casal de humanos que não precisava de salvação, mas que pecou ao desobedecer a Deus. Desde então foi, e é, uma questão de aceitar Cristo como nosso Salvador.

Se você é cristão, por que não aceitar a opinião razoável de que Deus criou os humanos e os dotou com a capacidade de fazer escolhas morais? Não é isto mais razoável do que forçar Deus a decidir quando homínidas em evolução se tornaram moralmente responsáveis e eram bastante evoluídos para serem salvos?

Há também a questão do pecado. Que relevância tem o pecado para pessoas se elas descenderam de animais inferiores e herdaram deficiências morais? Não faria isto Deus o responsável pelos nossos pecados? Não seria irrazoável para Ele pedir-nos que sejamos vencedores? Se Deus criou formas de vida inferiores (como os evolucionistas teístas pretendem), mas então deixou que evoluíssem através de milhões de anos como animais inferiores com deficiências, não poderíamos acusar Deus de nos criar pecaminosos?

Richard Rimmer é um escritor independente que reside em Madison, Tennessee, E.U.A.

Elaine Kennedy (Ph.D., University of Southern California) é geóloga no Geoscience Research Institute. Ela é a autora de vários artigos, entre eles “Os Intrigantes Dinossáuros” (Diálogo 5:2). Seu endereço é: Geoscience Research Institute; Loma Linda University; Loma Linda, CA 92350; E.U.A.

Notas e referências

  1. Para uma discussão anterior do tópico nesta revista ver David Ekkens, “Animais e Seres Humanos: São Eles Iguais?” (Diálogo 6:3, págs. 5-8).
  2. F. E. Grine, “Australopithecine Taxonomy and Phylogeny: Historical Background and Recent Interpretation”, em The Human Evolution Source Book, R. L. Ciochon e J. G. Fleagle, eds. (Englewood Cliffs, New Jersey: Prentice-Hall, 1993), págs. 198-210. Também, I. Tattersall, The Human Odyssey (New York: Prentice-Hall, 1993), pág. 191.
  3. Informação sobre os australopitecinos e homínidos foi obtida das fontes seguintes: Tattersall, pág. 191; M. H. Nitecki e D. V. Nitecki, Origins of Anatomically Modern Humans (New York: Plenum Press, 1994), pág. 341; M. L. Lubenow, Bones of Contention (Grand Rapids, Mich.: Baker Books, 1987), pág. 295.
  4. R. L. Susman, J. T. Stern, Jr. e W. L. Jungers, “Arboreality and Bipedality in the Hadar Hominids”, Folia Primatologica, 43 (1984), págs. 113-156.
  5. J. T. Robinson, “The Origin and Adaptive Radiation of the Australopithecines”, em Evolution and Hominization, G. Kurth, ed. (Stuttgart: Verlag, 1962), págs. 150-175.
  6. B. Wood, “Origin and Evolution of the Genus Homo”, Nature, 355 (1992), págs. 783-790.
  7. Ibidem.
  8. Grine, págs. 198-210.
  9. R. H. Brady, “Parsimony, Hierarchy and Biological Implications”, em Advances in Cladistics, vol. 2, Platnick e Funk, eds. (New York: Columbia University Press, 1983), págs. 49-60.
  10. R. R. Skelton, H. M. McHenry e G. M. Drawhorn, “Phylogenetic Analysis of Early Hominids”, Current Anthropology, 27 (1986), págs. 21-35.
  11. M. Hasegawa, H. Kishino e T. Yano, “Dating of the Human-Ape Splitting by a Molecular Clock of Mitochondrial DNA”, Journal of Molecular Evolution, 22 (1985), págs. 160- 174.
  12. Ver A. Gibbons, “When It Comes to Evolution, Humans Are in the Slow Class”, Science, 267 (1995), págs. 1907-1908.
  13. Wood, B. 1992. Reimpresso em The Human Evolution Source Book, R. L. Ciochon e J. L. Fleagle, eds. (Englewood Cliffs, New Jersey: Prentice-Hall, 1993), págs. 319-331.
  14. H. M. McHenry, Tempo and Mode in human evolution: Proceedings of the National Academy of Sciences, 91 (1994), págs. 6780- 6786.
  15. Ver I. Tattersall, The Human Odyssey.
  16. A inclusão de H. erectus na “linhagem” homínida representa uma inversão na robustez dos crânios, da forma grácil de A. afarensis à estrutura robusta do crânio de H. erectus e de volta à estrutura grácil do crânio de humanos.
  17. T. White, G. Suwa e B. Asfaw, “Australopithecus ramidus, A New Species of Early Hominid from Aramis, Ethiopia”, Nature, 371 (1994), págs. 306-312. B. Wood, “Origin and Evolution of the Genus Homo”, Nature, 355 (1992), págs. 783-790. F. E. Grine, “Australopithecine Taxonomy and Phylogeny: Historical Background and Recent Interpretation”, em The Human Evolution Source Book, págs. 319-331, 198- 210. Ver também Tattersall, pág. 151.
  18. Skelton, McHenry e Drawhorn, págs. 21-35.
  19. Ibidem.
  20. Desejo expressar minha apreciação ao Dr. Lee Spencer e à equipe do Geoscience Research Institute
por seu conselho durante as etapas finais deste artigo.