Traduções da Bíblia na língua portuguesa

Conheça as características das diversas versões do texto sagrado

As primeiras porções da Bíblia em português surgiram por volta de 1280.1 A história mostra que alguns reis de Portugal e seus familiares se empenharam para que pelo menos alguns livros bíblicos fossem traduzidos e divulgados. Esse foi o caso de D. Diniz (1279-1325), D. João I (1385-1433)2, D. Filipa (filha de D. Pedro)3 e D. Leonor, esposa de D. João II (1495 e 1505).4 Quer eles próprios traduzissem, quer ordenassem que outros o fizessem, quase todas essas traduções se basearam na Vulgata Latina e eram livros do Novo Testamento.5 Na sequência são apresentadas as principais traduções completas da Bíblia na língua portuguesa.

Versão Almeida

João Ferreira de Almeida nasceu em Portugal em 1628. Quando contava com doze anos de idade, a família se mudou para o sudoeste da Ásia. Com quatorze anos, leu um folheto em espanhol sobre as diferenças da cristandade e converteu-se do catolicismo à fé evangélica. Um ano depois, já era pregador. Com dezesseis anos, começou a tradução do Novo Testamento do espanhol para o português e a concluiu no ano seguinte. Essa obra não foi publicada, mas algumas cópias manuscritas foram enviadas para as congregações de Málaca (Malásia), Batávia (Indonésia) e Ceilão (Sri Lanka).

Almeida estudou Teologia e tornouse pastor. Com vinte anos de idade, recomeçou a tradução. Conhecia o grego e o hebraico e, portanto, se valeu dos manuscritos dessas línguas, baseando-se no Textus Receptus, do grupo bizantino, mas também influenciado pela edição de Beza, que pertence aos “manuscritos ocidentais”. Além disso, consultou diversas outras traduções europeias. Em 1681, foi publicado o Novo Testamento completo, sob o patrocínio da Companhia Holandesa das Índias Orientais, mas essa tradução continha muitos erros, diversos deles feitos pela própria comissão revisora, que procurara uma harmonia com a versão holandesa então existente. O próprio Almeida encontrou uns dois mil erros.

Logo após a publicação desse Novo Testamento, ele começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não conseguiu concluir, falecendo em 1691. O último verso que traduziu foi Ezequiel 41:21. Anos depois, em 1694, um pastor holandês, Jacobus Op Den Akker, completou o trabalho, mas apenas em 1751 foi publicada a Bíblia completa, em dois volumes, na Batávia. A Bíblia em um único volume surgiu em 1819. Em seu trabalho, Almeida optou pelo que hoje é conhecido como “equivalência formal” – um procedimento de tradução que busca reproduzir os aspectos formais do texto original, no tocante ao vocabulário, à estrutura e aos demais aspectos gramaticais e estilísticos. Ao longo do tempo, a tradução de Almeida já passou por muitas revisões e atualizações, feitas por grupos de sábios e especialistas e, todavia, as Bíblias protestantes ainda conservam o nome de João Ferreira de Almeida como uma homenagem à importante obra de tradução que ele realizou.6

Edição Revista e Corrigida

Próximo ao final do século 19, surgiu o anseio de abrasileirar, pelo menos um pouco, o português lusitano da Bíblia de Almeida, atualizando a grafia e algumas expressões arcaicas. Feito este trabalho, pela Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, foi lançada em 1898 a Edição Revista e Corrigida. Essa tradução conservou o estilo e muito do vocabulário empregados originalmente por Almeida e foi revisada de modo mais significativo em duas ocasiões, 1969 e 1995. Nessa última, foram substituídos termos que não eram mais utilizados e também foram corrigidas e eliminadas inconsistências editoriais.7

Edição Revista e Atualizada

Devido ao rápido avanço da cultura nos campos da geografia, arqueologia, história e linguística, o qual lançava novas luzes sobre a Bíblia – que incluía a descoberta de manuscritos bíblicos melhores do que aqueles que estiveram à disposição de Almeida – e às modificações pelas quais passava a língua portuguesa, surgiu a necessidade de uma nova tradução, mais condizente com a realidade dos cristãos brasileiros que viviam em meados do século 20. Por isso, em 1943, as Sociedades Bíblicas Unidas (organização que foi posteriormente substituída pela Sociedade Bíblica do Brasil) criaram uma Comissão Revisora, composta por cerca de 30 especialistas provenientes das várias confissões evangélicas que atuavam no país, a qual trabalhou intensamente durante treze anos (1946-1959), após os quais ofereceu ao povo brasileiro a Edição Revista e Atualizada. Nesse labor, a tricentenária versão de João Ferreira de Almeida foi inteiramente revisada à luz dos textos originais e optou-se por um linguajar que evitasse tanto o demasiado vulgar quanto o demasiado acadêmico.8 Nos anos seguintes, essa edição foi periodicamente revisada até que em 1992 surgiu o que se convencionou chamar de 2ª edição, em decorrência de uma mais profunda revisão – que incluiu um acurado aperfeiçoamento de pontuação e de concordância e até uma nova tradução em uns pouquíssimos casos. A Almeida Revista e Atualizada é a tradução preferida dos evangélicos no Brasil.9

Edição Revisada de Almeida

Publicada em 1967 pela Imprensa Bíblica Brasileira, uma instituição de orientação batista, baseou-se nos melhores manuscritos gregos e hebraicos e possui uma linguagem e estilo agradáveis.10

Edição Contemporânea de Almeida

Consiste em uma revisão preparada a partir da Edição Revista e Corrigida de Almeida. O texto, ao mesmo tempo em que preserva o belo estilo da obra que lhe serviu de base, encontra-se livre de arcaísmos e ambiguidades. Sua primeira edição é de 1990.11 Essa foi a edição adotada pela conhecida Bíblia Thompson – uma das muitas que, além do texto bíblico, trazem anotações, gráficos, mapas e referências, que são de real benefício para o leitor.

Versão Figueiredo

Feita pelo padre Antônio Pereira de Figueiredo, natural de Portugal. Gastou dezoito anos para prepará-la e baseou-se na Vulgata Latina. Por ser mais culto que Almeida, a linguagem que empregou era superior à daquele.12 A primeira edição do Novo Testamento foi impressa em 1778, e em 1790, o mesmo ano em que concluiu a tradução do Antigo Testamento, foi publicada a Bíblia inteira, em 23 volumes. Essa foi a primeira tradução católica de toda a Bíblia para a língua portuguesa. Posteriormente, foi, também, a primeira Bíblia completa impressa no Brasil, o que ocorreu em 1864. Essa tradução foi bem recebida tanto por católicos quanto por protestantes e por leitores portugueses e brasileiros.13

Tradução Brasileira

Para atender à solicitação dos principais líderes evangélicos brasileiros, surgiu a Tradução Brasileira. Ela foi preparada por uma comissão, formada por brasileiros e estrangeiros que representavam as principais denominações evangélicas, e patrocinada pelas Sociedades Bíblicas que desejavam divulgar a Bíblia em nosso país. Sua publicação ocorreu em 1917 e é considerada a primeira Bíblia completa traduzida inteiramente no Brasil. Baseou-se em melhores manuscritos do que aqueles empregados por Almeida.14 Entre os colaboradores encontravam-se alguns famosos brasileiros como Rui Barbosa e Érico Veríssimo. É uma tradução bastante literal, que emprega um linguajar notadamente brasileiro e erudito e, em sua diagramação, apresenta os versículos agrupados em parágrafos, o que facilita a percepção das unidades de pensamento. Até a década de 1950, quando deixou de ser reeditada, a Tradução Brasileira era amplamente usada por muitas igrejas cristãs. Depois, ela foi levada em conta na atualização do texto que resultou na Almeida Revista e Atualizada. Agora, em 2011, ela ressurge em uma nova versão com a devida atualização gramatical e ortográfica, bem como os ajustes na grafia dos nomes próprios.15

Versão Matos Soares

Essa versão, realizada pelo padre Matos Soares, tem o seu texto vertido a partir da Vulgata Latina, o qual é acompanhado por notas explicativas. Tendo sido editada originalmente em Portugal, em 1930, foi várias vezes reimpressa no Brasil – até os anos de 1990 – e, por várias décadas, foi a Bíblia mais popular entre os católicos.16

A Bíblia de Jerusalém

Em 1956, a Escola Bíblica de Jerusalém, dirigida pelos padres dominicanos, publicou a primeira edição francesa dessa obra que, com o passar do tempo, foi reeditada e traduzida para várias línguas. Essa primeira edição contou com a participação de 33 sábios que traduziram diretamente das línguas bíblicas originais para o francês. Suas introduções, notas e referências apresentavam o que de melhor havia no campo das pesquisas bíblicas. Todavia, conquanto essa diversidade de colaboradores garantisse traduções acuradas em temas que cada qual conhecia com profundidade, resultou, por outro lado, em um texto não homogêneo, pois cada um escrevia no seu estilo. Desse modo, quando em 1973 houve uma nova edição francesa, esta trazia uma harmonização do texto bem como o aperfeiçoamento das notas explicativas. Foi a partir dessa nova edição francesa que surgiu a edição brasileira, completa, em 1981. Dezesseis tradutores e outro tanto de revisores, católicos e protestantes, foram responsáveis pela tradução dos livros bíblicos (incluindo os apócrifos – ou deuterocanônicos, como os chamam os católicos) a partir dos textos das línguas originais, mas sempre seguindo as preferências da Bíblia de Jerusalém em língua francesa, quando havia possibilidade de outras opções textuais. A edição em português contém introduções às diversas partes e livros da Bíblia, e estes, além das divisões em capítulos e versículos, estão divididos em parágrafos com seus subtítulos. Suas notas consistem em comentários teológicos condensados sobre temas ou problemas específicos. Há, também, referências marginais, tábuas cronológicas, informações sobre calendário, lista das medidas e das moedas e mapas. Com base na edição francesa, ampliada, de 1998, foi lançada, em 2002, uma versão revista e ampliada em português.17 Nesta, certos livros foram substancialmente remodelados enquanto que algumas porções receberam uma tradução inteiramente nova. O volume de notas aumentou consideravelmente, pois elas foram modificadas, ampliadas ou substituídas e incorporam novas pesquisas e estudos pertinentes. Também, vários livros e conjuntos literários receberam novas introduções. No início deste novo milênio, ela foi a Bíblia católica mais vendida no Brasil.18 A Bíblia de Jerusalém tem sido considerada por um grande número de linguistas e teólogos como uma das melhores Bíblias de estudo – o que é verdade também para a edição em português.

Bíblia na Linguagem de Hoje

Desde sua fundação, em 1948, a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) só havia trabalhado em revisões da Bíblia. Por ocasião de seu 40º aniversário, em 1988, surgiu a primeira tradução da Bíblia completa feita totalmente por iniciativa da SBB: A Bíblia na Linguagem de Hoje, traduzida a partir das línguas originais.19 O objetivo foi produzir uma tradução adequada ao nível educacional médio da população, visando à evangelização. Ela segue os princípios de tradução conhecidos como “equivalência dinâmica”, que tem a intenção de produzir no leitor e ouvinte de hoje o mesmo impacto e efeito que o original produzia nos leitores e ouvintes de então. Nela, o sentido do texto é dado em palavras e formas do português falado hoje no Brasil. Sua linguagem é simples, clara, natural e sem ambiguidades. Algumas informações pontuais como as horas do dia, e as medidas de peso, capacidade, distância e área são dados em seus equivalentes empregados em nosso país. Ao longo do texto, apresenta notas marginais que abarcam informações textuais, culturais ou históricas de significação de palavras, traduções alternativas e notas remissivas e, ao final, há uma tabela cronológica, um índice de assuntos e vários mapas.20

Embora tenha contribuído para que o povo em geral pudesse entender melhor a mensagem de Deus, a tradução de várias passagens deixou a desejar. Assim, depois de ouvir as críticas e sugestões de eruditos, pastores e igrejas – e por causa da própria evolução da língua portuguesa – a SBB preparou uma revisão que, devido a profundidade e abrangência, pode ser considerada como uma nova tradução, que começou a ser distribuída no final do ano 2000 e está sendo chamada de Bíblia Sagrada – Nova Tradução na Linguagem de Hoje. Ela destina-se aos novos leitores e, por isso, está sendo muito usada pelas igrejas evangélicas em campanhas de evangelização.21

A Boa Nova – Tradução em português corrente

Obra interconfessional preparada de acordo com as mais modernas e eficientes regras de tradução, sob o patrocínio da Sociedade Bíblica de Portugal e com a orientação das Sociedades Bíblicas Unidas. Biblistas portugueses protestantes e católicos, na sua quase totalidade professores universitários de reconhecido mérito, colaboraram, ao longo de vinte anos. A linguagem adotada é a utilizada pela maioria dos portugueses. Foi lançada em 1993.22

Tradução Ecumênica da Bíblia

Consiste em uma tradução brasileira da famosa Traduction Oecuménique de la Bible, edição de 1989. Considerada como o modelo das traduções ecumênicas por causa da composição interconfessional de seus colaboradores – católicos, protestantes e judeus – e porque adapta a sequência judaica dos livros do Antigo Testamento. É uma Bíblia de estudo com introduções, notas e muitas referências de textos paralelos. A publicação ocorreu em 1994 e a reedição em 2002.23

Nova Versão Internacional

Publicada em 2001 pela Editora Vida, surgiu em decorrência da necessidade de uma nova tradução das Escrituras em português devido à dinâmica de transformação constante da linguagem (vocabulário e sintaxe) e o aperfeiçoamento científico (nos campos da arqueologia bíblica, do estudo das línguas originais e cognatas, da crítica textual e da ciência linguística). A comissão responsável por seu preparo foi composta por quase vinte estudiosos de diferentes especialidades teológicas e linguísticas, brasileiros e estrangeiros, representando diversos segmentos denominacionais evangélicos. Embora tenha uma filosofia de tradução semelhante à New International Version, não é uma mera tradução desta, diferindo da mesma em muitos casos ao preferir outras opções exegéticas. Tendo como propósito oferecer um texto novo que se defina pela precisão, beleza de estilo, clareza e dignidade, evita os extremos do popular e do erudito e é apresentado na forma de parágrafos, onde os estilos narrativo, poético e epistolar apresentam diagramação distinta. Também, as medidas de peso e capacidade foram adequadas aos sistemas usados pelo leitor. Além disso, apresenta frequentes notas de rodapé que enriquecem a compreensão do leitor com explicações e traduções alternativas.24 Alguns a consideram como a mais fiel das traduções para a língua portuguesa.25

Bíblia Sagrada – Tradução da CNBB

Surgiu em 2002, por iniciativa da Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB) e foi produzida por um consórcio de sete editoras católicas brasileiras. Em seu preparo, os textos das línguas bíblicas foram comparados com a Nova Vulgata. Ela se destina tanto ao uso pessoal quanto comunitário, à catequese, à citação em documentos católicos e à preparação de edições litúrgicas.26

Cabe ainda ressaltar que no cenário da publicação da Bíblia, o Brasil tem um papel de destaque, inclusive porque dos cerca de 240 milhões de pessoas que falam a língua portuguesa, 190 milhões são brasileiros.27 É também significativo que, nos últimos anos, o Brasil seja o maior produtor de Bíblias do mundo. Em 2009, por exemplo, a população mundial foi abastecida com mais de 29 milhões de Bíblias completas, sendo que a SBB, sozinha, foi responsável pela distribuição de mais de seis milhões.28

Portanto, há diversas traduções da Bíblia para a língua portuguesa: protestantes, católicas e ecumênicas – e isso em abundância e a preços populares. Estão à disposição de todo aquele que quiser aprender os caminhos de Deus ou participar da obra de evangelização. Devemos ser gratos a Deus por essas facilidades e reconhecidos àqueles indivíduos e instituições que não têm medido esforços para traduzir, imprimir e divulgar a Palavra de Deus, afim de que a Bíblia esteja ao alcance de todos. Sejam eles objeto de nossas orações e de nosso apoio e amemos a Bíblia, lendo-a e divulgando-a.

Emilson dos Reis é bacharel em Teologia pelo Centro Universitário Adventista de São Paulo (Engenheiro Coelho, Brasil); Mestre e Doutor em Teologia Pastoral pelo Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia (UNASP-EC, Brasil), onde atua como professor e diretor da Faculdade Adventista de Teologia. É autor dos livros Como preparar sermões, Aprenda a liderar: princípios e procedimentos de liderança aplicados à igreja e O dom de profecia no púlpito. E-mail: emilson.reis@unasp.edu.br.

Referências

  1. Enciclopédia de Bíblia, teologia e Filosofia (EBTF), 6 vols., 3ª ed., editada por Russell Norman Champlin e João Marques Bentes (São Paulo: Candeia, 1995), ver “Bíblia, Versões da”.
  2. Ibid., ver “Bíblia em Português”.
  3. Philip Wesley Comfort, A origem da Bíblia (Rio de Janeiro: CPAD, 1998), 397-399.
  4. John Mein, A Bíblia – e como chegou até nós, 7ª ed. (Rio de Janeiro: JUERP), 69.
  5. Comfort, 397-399.
  6. Mein, 70-76 e EBTF, ver “Bíblia em Português”; Bíblia: um livro que faz e tem história (Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2003), 16, 20; Comfort, 400-401; “Prefácio”, Bíblia Sagrada: Edição Revista e Corrigida (São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil, 1995), v; Luiz Antonio Giraldi, História da Bíblia no Brasil (Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2008), 24-26.
  7. Bíblia: um livro que faz e tem história, 20, 26.
  8. “Apresentação da Edição Revista e Atualizada no Brasil”, Bíblia de estudo Vida (São Paulo: Vida, 2ª impressão, 1999); Bíblia: um livro que faz e tem história, 24.
  9. “Prefácio à segunda edição da ARA”, Bíblia de estudo Vida (São Paulo: Vida, 2ª impressão, 1999); Giraldi, 101.
  10. Comfort, 405.
  11. “Prefácio”, Bíblia do Ministro: Edição Contemporânea de Almeida (São Paulo: Vida, 2ª impressão, 1996).
  12. EBTF, ver “Bíblia em Português”.
  13. Mein, 82; Comfort, 401-402; Manual bíblico SBB (Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2008), 77; Giraldi, 26-27.
  14. Mein, 87-88.
  15. Giraldi, ed., “Português”, em “Sociedade Bíblica do Brasil”, [http://www.sbb.org.br/portugues/historia/portugues.html], 10.10.2001; Ibid., História da Bíblia no Brasil 50-52; Bíblia: um livro que faz e tem história, 22; http://www.sbb.org.br/interna.asp?areaID=255. Consultado em 23. 08.2011, às 18h30.
  16. Comfort, 404; EBTF, ver “Bíblia em Português”; Manual bíblico SBB, 77; Giraldi, História da Bíblia no Brasil, 57.
  17. “Apresentação” e “Observações”, Bíblia de Jerusalém (São Paulo: Paulinas, 1981), 7-16; Giraldi, História da Bíblia no Brasil, 135-136.
  18. http://www.paulus.com.br/biblia-de-jerusalem-media-encadernada-brinde-lectio-divina_p_470.html. Consultado em 21.08.2011, às 10h35.
  19. Giraldi, ed., “Linguagem de Hoje”, em “Sociedade Bíblica do Brasil”, [http://www.sbb.org.br/portugues/historia/hoje.html], 10.10.2001.
  20. A Bíblia Sagrada – tradução na linguagem de hoje (São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil, 1988), v – vii; “Prefácio”, Bíblia Sagrada: Nova Tradução na Linguagem de Hoje (São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil, 2000), v – vi; Bíblia: um livro que faz e tem história, 28.
  21. Giraldi, ed., “Lançamento da NTLH é sucesso de norte a sul”, A Bíblia no Brasil, N º 191, (abril a junho de 2001): 11. “Prefácio”. Bíblia Sagrada: Nova Tradução na Linguagem de Hoje, v – vi.
  22. Manual bíblico SBB, 77; http://www.sbb.com.br/detalhes.asp?idproduto=1125720. Consultado em 21.08.2011, às 10h57.
  23. Manual bíblico SBB, 77; Johan Konings, http://www.loyola.com.br/livraria/detalhes.aspx?COD=03907. Consultado em 21.08.2011, às 10h49.
  24. “Prefácio”, Bíblia Sagrada: nova versão internacional (São Paulo: Vida, 2000), vii – x.
  25. Comfort, 407.
  26. Manual bíblico SBB, 77; http://www.edicoescnbb.com.br/site/product_info.php?products_id=85&osCsid=ckc9ren4qchpbtf1p7d74sjm52. Consultado em 21.08.2011, às 11h17.
  27. Embora uma parcela significativa dos restantes 50 milhões – que residem em países africanos e asiáticos – não tenha o português como primeiro idioma e usem prioritariamente ou línguas autóctones ou versões de dialetos locais. http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64175. Consulado em 31.08.2011, às 07h15.
  28. http://www.sbb.org.br/repositorio/revistas/abnb_229.pdf. Consulado em 31.08.2011, às 07h22.