R. J. Solomon

Diálogo com um líder educador e pesquisador adventista na Índia

Quando R. J. Solomon era criança, experimentou o primeiro dos três milagres que iriam moldar a sua vida e o seu ministério. Deus, conforme o pai de Solomon iria lhe contar mais tarde, mostrou o caminho da verdade à sua família e, pela primeira vez, tiveram a oportunidade de ouvir a respeito da maravilhosa mensagem dos três anjos, do plano edênico de Deus sobre o sábado e do final da história terrestre por ocasião da segunda vinda de Cristo. Assim, Solomon viveu seus primeiros anos em um lar adventista firmado na verdade bíblica. O segundo milagre na vida de Solomon ocorreu quando ele teve que decidir onde continuar seus estudos. Em vez de optar por uma instituição credenciada e de boa reputação, mais próxima de sua casa, ele seguiu o conselho dos pais e foi para o Spicer Memorial College, em Pune, que não possuía credenciamento governamental. Mas o Deus dos milagres ainda não havia completado a Sua obra em Solomon: Ele o guiou até se formar no Spicer, a obter depois o mestrado em Psicologia, pela Universidade de Pune e, a seguir, o doutorado em Ciências da População, pelo International Institute for Population Sciences, em Mumbai (2007).

Em 2002, Solomon recebeu do governo dos Estados Unidos um prêmio de intercâmbio de pesquisa no East West Center, pela Universidade do Havaí, Honolulu. Em 2009, recebeu também o prestigiado Major Research Project Fellowship, da University Grants Commission of India, por implementar o braço indiano no International Youth Development Study (IYDS). O IYDS é amplamente utilizado no planejamento de serviços internacionais na área de prevenção para crianças e jovens. O estudo acompanha o desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes e contribui para o avanço no progresso educacional, promoção da saúde mental, prevenção de doenças crônicas e incentivos para o desenvolvimento de comportamentos positivos, como o voluntariado, o engajamento cívico e outros.

A pesquisa realizada pelo Dr. Solomon permitiu que entrasse em contato com muitas universidades internacionais, incluindo a Universidade de Washington, em Seattle, a Universidade de Melbourne e a Universidade de Deakin, em Melbourne, na Austrália. Com os resultados da pesquisa sendo apresentados em conferências internacionais na Austrália, EUA, Coréia do Sul e Tailândia, o Dr. Solomon talvez seja o mais renomado educador e pesquisador adventista na Divisão Sul-Asiática.

As bolsas de estudo e as pesquisas não alimentaram o orgulho do Dr. Solomon. Ele é um adventista com os pés no chão, que atua como ancião e professor da Escola Sabatina em sua igreja e planeja o desenvolvimento de uma igreja moderna – propriedade do colégio na cidade onde leciona. É um pai responsável e marido amoroso. Sua esposa, Shreeletha, também é profissional na área de pesquisas, e sua filha Sharon é caloura universitária.

Dr. Solomon, podemos começar perguntando como o senhor se tornou um adventista do sétimo dia? Pode nos falar também sobre seu contexto familiar?

Meus pais eram membros da Igreja Anglicana. Um ano depois do meu nascimento, eles aceitaram a mensagem adventista e foram batizados. Desde a minha infância, eu sabia da convicção que meus pais tinham de que todos os seus filhos deveriam ser educados na fé adventista. Como resultado, meus irmãos e eu tínhamos maior conhecimento das Escrituras que os meus primos e crianças de outras denominações. Às vezes, a criança que havia dentro de mim via com uma certa irritação a insistência do meu pai em seguir estritamente a fé adventista, mas hoje eu entendo que essa é a melhor coisa que um pai pode fazer por seu filho. O conselho bíblico de Provérbios 22:6: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele” (ARA) realmente se cumpriu em minha vida.

Como a educação adventista ajudou na formação de seu caráter, carreira e comprometimento com a família?

Tive a oportunidade de receber uma educação adventista formal somente após a conclusão da décima série. Com a idade de 16 anos, entrei no Spicer Memorial College, em Pune, na Índia. Sentindo-me, pela primeira vez, livre da rígida autoridade de meu pai, comecei a explorar a vida por mim mesmo. Meu pai queria que eu estudasse Teologia e me tornasse um pastor, mas, um ano após entrar no Spicer decidi pela Psicologia. Os ensinos recebidos em um lar adventista e a educação adventista que recebi na faculdade se complementaram, firmaram o meu relacionamento com Jesus e me tornaram espiritualmente maduro e socialmente responsável e envolvido.

Conte aos nossos leitores algo sobre sua jornada acadêmica – como decidiu se especializar na área de pesquisas e que obstáculos teve que superar.

Decidi estudar Psicologia, em parte para compreender a mim mesmo e em parte para desenvolver a habilidade de compreender os outros. Como professor de Psicologia para estudantes universitários, também estive profundamente envolvido no aconselhamento de alunos com problemas de comportamento e adaptação. Logo percebi que, como conselheiro, só poderia ajudar os alunos com problemas de comportamento. Mas, como pesquisador, seria capaz de desenvolver estratégias de prevenção adequadas que poderiam, efetivamente, evitar que os jovens tivessem problemas de comportamento. Por isso, iniciei minha jornada na área de pesquisas.

Pesquisar é uma tarefa difícil e demorada em um país como a Índia, onde a casta, classe, religião e contexto linguístico têm mais valor que as aptidões pessoais. Mas as lições de paciência e perseverança que aprendi naquela época fortaleceram a minha fé. Talvez tenha sido a vontade de Deus que eu aprendesse daquela forma, e Ele sabia que era a melhor coisa para mim. Olhando para trás, posso ver como Deus me ajudou a compensar toda a perda de tempo na vida.

Que desafios o senhor teve que superar ao se preparar para a vida profissional? E, naqueles tempos difíceis, encontrou em sua fé um lugar de refúgio ou apoio?

Como a maioria dos outros meninos carentes que desejam ser alguém na vida, eu também tinha meus próprios sonhos e fantasias. Depois de concluir o mestrado em Pune, fui morar em Mumbai, a capital comercial da Índia, porque pensava que isso significaria progresso em minha carreira. Enquanto prosseguia com as pesquisas, nos primeiros quatro anos trabalhei como psicólogo clínico no J. J. Hospital de Mumbai. Depois me dediquei ao ensino universitário.

O estilo de vida e as crenças adventistas são observados com curiosidade no mundo secular. A maioria dos indianos é religiosa e aceita que se deve adorar a Deus, mas eles não conseguem aceitar a ideia de haver um dia designado para isso, como o sábado. Muitos acham que os adventistas são muito rígidos a respeito de suas crenças e que a nossa posição intransigente quanto ao sábado é irracional. No entanto, isso nos dá a oportunidade de lhes apresentar uma visão mais profunda de nossas crenças.

Creio que os adventistas que trabalham em instituições seculares têm algumas oportunidades reais para testemunhar de sua fé. É mais difícil trabalhar fora do que trabalhar em instituições adventistas. Assim como aconteceu com José no Egito, Obadias nos dias de Acabe, ou Ester e Mardoqueu, Deus também pode usar de maneira significativa aqueles que não trabalham no meio denominacional.

Além de minha vida espiritual, o meu estilo de vida e preocupação com a saúde também têm chamado muita atenção lá fora. A maioria das pessoas se pergunta por que um cristão escolhe ser vegetariano e porque não bebo chá ou café, que todos tomam normalmente. Essas questões sempre me deram a oportunidade de partilhar a nossa mensagem de saúde e estilo de vida, e a importância de manter a fé no Criador.

Como psicólogo, presto serviços de aconselhamento, e isso me dá a oportunidade de compartilhar meu testemunho pessoal. O aconselhamento não é usado para fazer proselitismo, mas não posso mentir ou ficar em silêncio sobre minhas experiências pessoais.

No mundo de hoje, toda organização, quer seja profissional, educacional, empresarial, ou governamental, deve ter uma declaração de missão e uma filosofia que orienta essa missão. Como o senhor a descreveria em sua vida profissional?

Posso dizer que a minha declaração de missão é o que está escrito em Provérbios 3:5-6: “Confie no Senhor de todo o seu coração; e não se apoie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e Ele endireitará as suas veredas” (NVI). Tudo de bom que aconteceu em minha vida eu devo ao Senhor Jesus, pois, sem Ele, eu não sou nada. Ele me abençoou de maneira extraordinária, embora eu não mereça muito do que Ele tem feito por mim; sou sempre muito grato ao meu Senhor.

Além de professor, o senhor tem sido um pesquisador educacional bastante co-nhecido. Fale-nos a respeito de alguns dos projetos de pesquisa que desenvolveu e como eles contribuíram para o avanço do conhecimento e o bem da comunidade.

Eu me considero um pesquisador jovem, e minha área de pesquisa é a saúde do adolescente. Isso inclui o estudo, tanto dos problemas de comportamento da juventude, como o seu desenvolvimento de forma positiva.

Um novo impulso em minha carreira de pesquisas ocorreu quando fui escolhido, em 2002, como um dos catorze pesquisadores dos países asiáticos do Pacífico para serem treinados no West Center da Universidade do Havaí, Honolulu, em um seminário de verão sobre a saúde do adolescente. O principal instrutor foi o professor John Toumbourou, que atualmente é o diretor de Psicologia da Saúde na Universidade de Deakin, na Austrália. Todos os sábados, o centro levava os participantes internacionais a programas de turismo e entretenimento. Em uma dessas manhãs de sábado, John notou que eu estava sozinho em um ponto de ônibus, em frente ao centro, e perguntou sobre meus planos para aquele dia. Eu lhe falei a respeito do sábado e que todas as atividades daquele dia giravam em torno dos meus compromissos de fé. Por ser um homem temente a Deus, John levou a sério o que eu disse a respeito das minhas crenças e admirou a minha fé. Algum tempo depois, quando necessitei de um conselheiro, creio que Deus impressionou John a me escolher para orientar e auxiliar no desenvolvimento da minha carreira. Esse foi um momento decisivo em minha vida.

John me ajudou a finalizar o meu PhD e, mais tarde, visitou a Índia e definiu um plano para que eu pudesse desenvolver minha carreira na área de pesquisas, com o objetivo de criar o Institute for Child and Adolescent Health Research (ICHAR), na Índia. Essa colaboração proporcionou-me a oportunidade de receber dois prêmios relacionados a programas de pesquisa bastante competitivos da Índia: um importante prêmio sobre o intercâmbio de pesquisa, pela University Grants Commission of India, e, mais recentemente, um prêmio do Senior Research Fellowhip, pelo Indian Council for Social Science Research (ICSSR). Além disso, nos últimos quatro anos, eu também garanti dois subsídios de bolsas, oferecidos pelo governo australiano, ambos internacionalmente competitivos e baseados em méritos: o Endeavour Post-Doctoral Research Fellowship e o Endeavour Executive Fellowship. Esse envolvimento acadêmico promoveu um avanço em prol da causa do movimento internacional para a saúde do adolescente.

Quando trabalhava com o professor Toumbourou e sua equipe de pesquisa, pude desenvolver o braço Mumbai do estudo longitudinal comparativo transnacional, denominado International Youth Development Study. Esse estudo, feito com uma amostra representativa de cerca de cinco mil jovens de Mumbai, foi criado para ser comparado com amostras idênticas de Seattle, nos EUA, e de Melbourne, na Austrália. Foi um estudo que permitiu fazer comparações precisas dos índices de saúde e problemas sociais dos adolescentes, como o uso do fumo e a depressão. Ao comparar as influências longitudinais transnacionais no desenvolvimento do adolescente, esse estudo contribui para o planejamento e desenvolvimento de programas de prevenção em contextos indígenas americanos e australianos, além de ajudar a construir uma base científica para o avanço da pesquisa e da prática, abordando alvos prioritários de saúde do governo indiano.

O senhor já conduziu alguma pesquisa que pode ajudar, de alguma forma, a compreender melhor a juventude da igreja? Afinal, o futuro da igreja está nas mãos dos jovens.

Recentemente, desenvolvemos um instrumento de pesquisa denominado Adventist Youth Development Study (AYDS) para o Departamento do Ministério Jovem da Divisão Sul-Asiática (SUD). O AYDS tem por objetivo estudar a juventude da igreja dentro do contexto em que vive e os antecedentes socioculturais do Sul da Ásia. O AYDS é um instrumento de pesquisa equilibrado, além de abrangente. É constituído de um questionário de treze páginas e é dividido em treze seções, tendo como foco a saúde, família, desenvolvimento espiritual e bem-estar dos jovens com faixa etária entre 15 a 35 anos.

O AYDS foi aplicado em 310 jovens adventistas, em 2014. A composição da amostra, por gênero, envolve 52% do sexo masculino e 48% do sexo feminino. Quanto ao estado civil, a amostra revela que 82% são solteiros, 13% casados e 3,5% noivos. O nível acadêmico da amostra apresenta 35% com nível universitário ou acima, 42% com o ensino médio concluído e 23% com algum curso certificado. O fato de que apenas aproximadamente um terço dos jovens adventistas possui formação universitária ou acima mostra a necessidade urgente de incentivá-los a prosseguirem com o ensino superior. A SUD deve fazer provisões para que nossa juventude tenha acesso a estudos avançados e desenvolva carreiras com maiores aspirações.

A pesquisa também traz à tona o fato óbvio do baixo status socioeconômico da maioria dos adventistas dessa região. Cerca de 51% de todos os jovens não possuem casa própria. Metade de todos os jovens também relataram ter passado fome pelo menos uma vez durante o mês anterior porque não havia comida suficiente em casa. Em questão de saúde, mesmo que 88% considere ter uma boa saúde, a maioria de suas práticas de saúde pode levar a condições adversas na vida adulta: 75% dos jovens, muitas vezes, não fazem o desjejum, 79% não têm oito horas de sono diárias e 70% costumam tomar apenas um lanche, em vez de fazer refeições regulares. Os hábitos alimentares dos jovens adventistas mostraram que 46% eram vegetarianos, recorrerendo a uma dieta ovo-lácteo, enquanto 54% afirmaram serem consumidores de carne e peixe. Esse foi o resultado, embora 88% tenham relatado que foram instruídos a respeito dos benefícios de uma alimentação saudável, incluindo uma dieta equilibrada e a dieta vegetariana.

O comportamento de risco à saúde indica que 81% deles nunca fumaram, enquanto 15% tentaram fazê-lo algumas vezes e 4% dos jovens fumam regularmente. Da mesma forma, enquanto 93% relataram não mascar tabaco, 7% relataram a prática regular desse vício. Cerca de 17% relataram que seus pais também fumam, sugerindo modelos de paternidade de risco em casa. O consumo do álcool parece ter maior aceitação, com 60% dos jovens que relataram haver usado alguma vez na vida. No entanto, apenas 9% relataram que consomem álcool, e 5% relataram que usam drogas regularmente. Mais de 40% relataram tensões e conflitos na família.

Os indicadores de saúde mental dos jovens adventistas são motivo de grande preocupação. Cerca de um terço de todos os jovens relataram que se sentem sem esperança na vida e 79% disseram ter sofrido episódios de depressão. Cerca de 28% dos jovens relataram pensamentos suicidas e 13% citaram comportamentos de autoflagelação.

A pesquisa revelou que há uma necessidade urgente de combater os comportamentos de riscos à saúde observados no estudo. Nessa área existe um trabalho específico para a família, para os pastores, para a juventude e para o setor educacional da igreja.

Que conselho o senhor dá aos jovens adventistas que desejam subir a escada profissional e acadêmica em um mundo extremamente competitivo, em que os valores adventistas talvez não possam ser mantidos ou seguidos?

Com base em minha experiência pessoal, tenho convicção de que, se os pais adventistas estabelecem uma forte base espiritual no início da vida de seus filhos, como aconselham as Escrituras, as chances de se afastarem do Senhor são pequenas. A vida dos jovens é fortemente influenciada pelos contextos em que eles crescem. Esses contextos envolvem a família, a escola, os colegas, o bairro, a comunidade e a igreja.

Meu conselho aos jovens é que permaneçam unidos a Jesus e desenvolvam um relacionamento pessoal com o Salvador. Talvez eles não tenham força suficiente para enfrentar e superar os desafios e competições que a vida apresenta, mas, com Jesus ao seu lado, não haverá obstáculo que não possam superar. Precisam saber que não estão sozinhos em suas batalhas e que Jesus está sempre com eles. Devem reivindicar a promessa de Deuteronômio 31:6: “Sejam fortes e corajosos. Não tenham medo nem fiquem apavorados por causa delas, pois o Senhor, o seu Deus, vai com vocês; nunca os deixará, nunca os abandonará.”

Qual é o seu sentimento – tanto profissional como espiritual – a respeito da educação adventista?

A filosofia da educação adventista é bastante singular. Ela enfatiza o desenvolvimento integral e equilibrado, e é mais relevante hoje do que nunca. Muitas vezes, a educação, até mesmo a melhor delas, prepara o jovem para vencer na vida – no trabalho, nos relacionamentos, na sociedade em geral. Mas o que é exclusivo na educação adventista é o compromisso com a educação integral – corpo, mente e espírito – que prepara não só para a alegria e satisfação da vida aqui e agora, mas também para a vida futura. Bem, isso pode não parecer muito apropriado na era da ciência e da tecnologia, mas quando a nossa visão é colocada em algo maior do que nós mesmos e no agora, a dimensão eterna apresenta seu próprio desafio e recompensas.

Percebe-se que a fé representa uma parte importante da sua vida. Como o senhor a retrata?

Eu não desenvolvi minha fé do dia para noite. O desenvolvimento da fé é um processo que dura a vida toda – na verdade, é uma caminhada diária com Deus. Tenho visto a mão de Deus me guiando, ajudando-me a superar muitas adversidades e me protegendo de muitos perigos. Essa experiência não é só minha, ela também está à disposição de todos aqueles que desejam colocar a sua confiança em Deus.

Além disso, fazendo uma retrospectiva, posso reconhecer algo importante: quando Deus não respondeu às minhas orações como eu gostaria, foi porque Ele tinha para mim um plano muito melhor do que aquele que eu pedi.

Fale-nos a respeito de sua família.

Conheci minha esposa, Shreeletha, enquanto fazia o meu PhD na Universidade de Mumbai. Logo depois nos tornamos bons amigos. Éramos de diferentes estados, falávamos diferentes idiomas e tínhamos crenças diferentes. Assim, éramos diferentes em tudo, e os pais indianos não costumam aceitar tais casamentos.

Orei durante meses, pedindo a Deus para me dar uma esposa que era ainda mais comprometida com Ele do que eu. Acredito que Deus respondeu à minha oração e construiu uma ponte entre nós dois. Ele me deu uma esposa temente a Deus, forte e sábia. Por dois anos, Shree me acompanhou à igreja e participou de estudos bíblicos. No final dos estudos, ela aceitou a Jesus e foi batizada. O casamento veio a seguir. Shree e eu fomos abençoados com uma filha, Sharon, que tem dezenove anos agora e está estudando Psicologia, para ser como o pai.

Que conselho o senhor daria aos jovens adventistas que planejam estudar para seguir uma carreira profissional?

Fixe seus olhos no Senhor e comece a sua jornada profissional permanecendo nEle de todo seu coração, mente e espírito. Ele vai realizar o desejo do seu coração, e muito mais.

John M. Fowler (EdD pela Universidade Andrews) traba-lhou como diretor associado do Departamento de Educação da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo dia, e atualmente é um dos editores da revista Diálogo. E-mail: fowlerj@gc.adventist.org.

R. J. Solomon: E-mail: rj_solomon@yahoo.co.in